terça-feira, 31 de dezembro de 2013

MIPIBU: Onde está a nossa esperança?

Desejamos um Ano Novo de muita paz e felicidade para todos. Desejamos aquilo que não existe ainda para o povo da cidade. Mas sabemos que é possível construir uma cidade cimentada na fraternidade. Nada acontece por acaso. O que assistimos na vida real são construções humanas. Contudo, acreditamos nas pessoas de boa vontade, que fazem o bem pensando tão somente na comunidade. Estas pessoas não estão do lado dos poderosos, elas caminham com os mais necessitados. Deus se manifesta na vida dos mais humildes, dos pobres e excluídos. "Felizes os que tem fome e sede e de justiça, porque serão saciados" (Mt 5, 6). Jesus não falha em sua justiça. É a nossa esperança. 

domingo, 29 de dezembro de 2013

" O DESEJO DE DEUS"

"O desejo de Deus está inscrito no coração do homem, visto que o homem é criado por Deus e para Deus" (CIC, n. 27).

segunda-feira, 23 de dezembro de 2013

Práticas colonialista

Práticas colonialistas continuam mantendo o povo refém da pobreza política e material. É com se fosse proibido ser livre. Liberdade é o sonho de muitos desde o período colonial. Comparar as senzalas de ontem com as de hoje não muda muita coisa. O sofrimento e a sensação de perda por parte dos mais pobres continua de forma violenta. O que chamam de festa não passa de um cabresto firme para manter preso os pobres e quase pobres. Um dia o povo vai acordar e sair da "caverna" e ver brilhar a esperança de um mundo melhor. Esse mundo vem com muita luta para que um dia, poderosos, caiam definitivamente do poder. 
É importante observarmos que o nível de pobreza intelectual e material aumenta cada vez mais. Quando o povo não é emancipado se dobra pelas migalhas de um sistema maligno. Chegam até mesmo a disputar pelas sobras. Tratar um povo assim confirma as características de um poder autocrático. Que tipo de educação sustenta essa prática?
O momento atual não é para espetáculo vazio e alienante. O momento atual clama por justiça social. Respeito aos direitos sociais que cabem aos homens de boa vontade. Basta ser cristão para ter essa compreensão e não compactuar com a ideologia demolidora. Ao invés de espetáculos vazios, façam um debate sobre os direitos sociais. Gerem emprego para os mais pobres. Confirmar a alienação é o caminho seguido pelo autoritarismo que condena o povo. O povo quer saúde, educação, emprego e segurança. Esses seriam os verdadeiros brindes e garantia para um futuro bom das crianças. A ideologia neopagã invade o período natalino distorcendo o verdadeiro sentido do natal. Façamos uma reflexão sobre nossas práticas. De que lado estamos? (Carlos: Catequista)

domingo, 22 de dezembro de 2013

Com o Padre Matias os leigos se fortalecem na missão e formação

Na foto: Eu (Carlos), Padre Matias e Dom Matias (2011)
A Paróquia tem se estruturado para a setorização e com isso se fortalecem os discípulos missionários. O plano pastoral define muito bem o que fazer. Estamos em missão permanente em 11 setores missionários. Que o NATAL possa nascer no coração da comunidade católica os anseios do Evangelho.

sábado, 21 de dezembro de 2013

Povo de Deus participa da vida da paróquia nos setores missionários

A Palavra de Deus, a celebração da Eucaristia nos setores missionários dá novo ânimo à vida da paróquia. O povo de Deus feliz e com esperança de dias melhores porque a Palavra de Deus atinge suas realidades. 

Iniciativa de oração em preparação ao próximo Sínodo dos Bispos



Cidade do Vaticano (RV) - Estão sendo promovidas, no Vaticano, algumas iniciativas de oração em preparação da próxima Assembleia Geral Extraordinária do Sínodo dos Bispos que se realizará de 5 a 19 de outubro de 2014, sobre o tema "Os desafios pastorais da família no contexto da evangelização".

No domingo, 29 de dezembro, Festa da Sagrada Família, na Basílica da Anunciação, em Nazaré, Terra Santa, o Secretário-Geral do Sínodo, Dom Lorenzo Baldisseri, celebrará a Santa Missa com a intenção de oração acima mencionada. Nesse mesmo dia, o Delegado Pontifício, Mons. Giovanni Tonucci, presidirá a celebração eucarística na Santa Casa de Loreto, Itália, e o Presidente do Pontifício Conselho para a Família, Dom Vincenzo Paglia, celebrará a santa missa na Basílica da Sagrada Família de Barcelona, Espanha.

No Angelus do domingo 29 de dezembro, o Santo Padre fará uma oração especial para a família composta por ele. As Basílicas de Loreto e Nazaré entrarão em conexão ao vivo com esse momento de oração com o Papa. (MJ)



Texto proveniente da página http://pt.radiovaticana.va/news/2013/12/21/iniciativa_de_ora%C3%A7%C3%A3o_em_prepara%C3%A7%C3%A3o_ao_pr%C3%B3ximo_s%C3%ADnodo_dos_bispos/bra-757550
do site da Rádio Vaticano 

terça-feira, 17 de dezembro de 2013

Lançamento de livro


CNBB lança Livro Civilização do Amor

Criado por diversas lideranças latino americanas, livro será usado nas diversas expressões juvenis, movimentos, novas comunidades, congregações religiosas e outras forças da Igreja visando a vida do jovem
 A Comissão Episcopal Pastoral para Juventude, da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), lançou o documento “Civilização do Amor: Projeto e Missão”,na última sexta-feira (13), no Encontro Nacional de Revitalização da Pastoral Juvenil.
O documento, criado por diversas lideranças juvenis, faz parte do projeto de revitalização da Pastoral Juvenil na América Latina e Caribe, e busca empreender uma dimensão de vida e prática nova a partir da vida dos jovens nos diferentes contextos e de uma profunda conversão pessoal, pastoral e eclesial, com o intuito de incitar o caminho de discipulado missionário em cada um.
Assessor Nacional da Comissão para Juventude, o padre Antônio Ramos Prado destaca que o Documento possui oito linhas de ação, que propiciam a formação integral do jovem em todos os aspectos, pensando o ser humano em sua totalidade.
De acordo com o presidente da Comissão, Dom Eduardo Pinheiro da Silva, esse material tem um conteúdo muito importante na área teológica e eclesial e auxilia a fundamentar os trabalhos junto aos jovens de diversas expressões. “Percebemos a vontade da Igreja em avançar cada vez mais nesses novos tempos com as várias expressões juvenis, como as Pastorais da Juventude (PJs), movimentos, novas comunidades, congregações religiosas e outras forças em vista da vida do jovem”, defende.
Para o presidente, a tradução a cada realidade do país deve se dar no conjunto e unidade dessas várias expressões, para possibilitar a criação de novas pistas de evangelização em unidade com a América Latina.
Dentro desse discurso da fomentação do fortalecimento de protagonismo juvenil católico, o bispo de Caxias (MA), Dom Vilson Bassos destaca a importância de que os líderes jovens e adultos propaguem e façam desse documento fonte de estudo. “É preciso que vocês carreguem a Bíblia, o Documento 85 e o Civilização do Amor. Se queremos construir essa Civilização, aqui tem o roteiro e manual”, ressalta.
Construindo a Civilização do Amor
Diversas expressões juvenis presentes no Encontro de Revitalização apresentaram suas perspectivas e anseios na utilização do Documento Civilização do Amor:
Luana Padilha, da Pastoral da Juventude, aponta que o Documento Civilização do Amor: Projeto e Missão é a continuidade de um caminho, já que existiu o estudo e vivência do Civilização do Amor: Tarefa e Esperança, um documento que embasou a caminhada da Pastoral ao longo dos anos.
Para ela, o documento chega num momento para agregar como Igreja no Brasil a outros grupos. “O que para nós como PJ já é cotidiano é muita riqueza e ternura pensar toda a proposta de Jesus Cristo inscrita nesse documento e agregar outros jovens a pensarem sob essa perspectiva; o mais importante é ir colocar o documento na mochila e ir ao encontro da juventude”, afirma.
Civilização do amor, para Luana, é viver em uma sociedade muito negativa que não enxerga as coisas boas que estão acontecendo, porém, quando existe em um projeto que traz ao jovem Jesus que é a esperança.
Integrante do Ministério Jovem, Fernando dos Santos Gomes, destaca que para os jovens pertencentes à Renovação Carismática Católica (RCC), o Documento contribuirá no processo formativo, dando passos concretos para a formação integral: humana, sociopolítica, transformadora e para a missão.
Segundo ele, o processo de implantação do estudo será dividido em duas partes: formação de lideranças nos encontros nacionais do MJ e RCC; a segunda etapa está na ampla divulgação para o grande público, por meio das redes sociais e meios de comunicação.
A civilização do amor, para Fernando, é uma realidade onde o evangelho pode ser mais propagado e vivenciado pelas pessoas. “É a vivência entre os povos de uma cultura da solidariedade, do encontro e diálogo, onde todos têm seu espaço na sociedade, sem guerra, fome, onde haja pão e a Palavra”, espera o jovem.
Nilton Júnior, da comunidade Pantokraator, aponta que o documento demonstra toda a riqueza da Igreja que tem sido muito eficaz para a unidade e crescimento evangelizador das novas comunidades e demais expressões eclesiais. “Será possível levar cada um com seu carisma a colocar em prática esse documento de uma forma específica com sua identidade própria, contribuindo para que sejamos Igreja e vivamos essa unidade”, diz.
Ele ressalta que os jovens participantes das novas comunidades estudarão o Documento Civilização do Amor e serão multiplicadores da riqueza da Igreja, com objetivo de atingir aos que estão se aproximando agora de uma obra de evangelização.
Nilton acredita que a definição de Civilização do Amor é ter Jesus Cristo como centro de tudo. “Ele é o verdadeiro e único amor e cada um assumindo isso, viveremos com plenitude o essa Civilização”, ressalta.
Alex Bastos, da Juventude Franciscana (JUFRA) acredita que para sua expressão, o documento  é uma forma de unidade com a Igreja e a ideia para a aplicação desse material é um encontro em sintonia eclesial, se encaixando na essência do que se prega.
A Civilização do Amor para ele é uma realidade de vida plena. “Sonhamos com uma terra sem males, com harmonia, onde o jovem seja valorizado, tenha seu papel de protagonismo, construção e a busca da apresentação do rosto de Jesus Cristo para os outros jovens que precisam conhecê-lo integralmente”, deseja.
Por Maria Amélia Saad (Fonte: Jovens Conectados)

quinta-feira, 12 de dezembro de 2013

Preserve a vida, cuide da natureza

Hoje realizamos uma caminhada em defesa do meio ambiente. A escola Malvina Cosme desenvolveu um projeto sobre a questão ambiental. Durante três semanas trabalhamos alguns temas relacionados com a temática geral: A escola e o meio ambiente. Tivemos uma aula no barco escola, assistimos um documentário sobre uma escola que fez uma experiência na comunidade, também outro documentário sobre a floresta amazônica. Depois desse embasamento teórico, os alunos trabalharam produzindo textos e materiais para o final do projeto. Encerramos nossa atividade com uma caminhada pelas ruas do bairro Potengi. Na ocasião, mostramos cartazes, faixas e distribuímos panfletos com mensagens para o povo do bairro.

domingo, 8 de dezembro de 2013

A setorização é o primeiro passo

A setorização da paróquia fomenta a leitura da Palavra de Deus facilita o encontro pessoal com Cristo nos mais necessitados, nos convida a viver na unidade com a Igreja. Tudo isso é importante para uma convivência fraterna. A renovação da paróquia vai acontecendo no processo de evangelização, no cumprimento do que está no Documento de Aparecida, nas orientações das Diretrizes Gerais da Igreja e no compromisso tão necessário para a plena comunhão e participação. (Carlos)

terça-feira, 3 de dezembro de 2013

sexta-feira, 29 de novembro de 2013

Um caos na cidade

Temos que gritar por um mundo mais justo e fraterno. Quanta violência destruindo famílias inteiras. A nossa cidade está um caos e sem futuro bonito. Quem são os responsáveis por tudo isso?

sexta-feira, 22 de novembro de 2013

Chamados à santidade

Os batizados são chamados para a santidade. Como pode acontecer a experiência da santidade num mundo que vive se contradizendo. Basta olharmos para os valores de hoje. Na carta,( I Ts 4,3 ): "Portanto, é esta a vontade de Deus: a vossa santificação". São dois os caminhos: o da perdição e o da libertação. Cada um escolhe o caminho a seguir. Qual é o melhor caminho para a comunidade? (CARLOS: CATEQUISTA)

quinta-feira, 21 de novembro de 2013

Os leigos na Igreja


A partir do Concílio vaticano II, os leigos ocupam um lugar na Igreja que favorece mudanças significativas no âmbito da pastoral. "Os sagrados pastores reconhecem perfeitamente quanto os leigos contribuem para o bem de toda a Igreja" (LG,30). Estamos percebendo essa realidade com a setorização da paróquia. O envolvimento dos leigos oferece o rosto missionário de Jesus à Igreja. O leigo tem importância na vida da Igreja, é uma maioria chamada a ser protagonista no contexto latino americano. A missão do leigo é evangelizar o mundo. A carta aos Romanos 12, 4-5, trata do tema da unidade na diversidade. Somos convocados a viver na unidade fazendo a experiência dos primeiros cristãos. Por isso na comunidade, o apostolado leigo tornará a Igreja em estado permanente de missão. "O apostolado dos leigos é participação na própria missão salvífica da Igreja; a este apostolado são destinados todos pelo Senhor ao receberem o batismo e a confirmação" (LG,33). Somos uma Igreja essencialmente missionária contribuindo para a construção de uma civilização do amor, da fraternidade e da justiça. O chamado é de Deus. 

O testemunho dos primeiros cristãos foi o reconhecimento do amor de Jesus na comunidade. Ensinar através do testemunho é uma prática eficaz que torna verdadeiro o discurso. O discurso do cristão é validado pelo testemunho que vem primeiro. O leigo não pode deixar de ser aquilo que Deus quer para ele. "Cada um dos leigos deve ser, perante o mundo, testemunha da ressurreição e da vida do Senhor Jesus e sinal do Deus vivo"(LG,38). Deus seja louvado pelo Concílio Vaticano II. (CARLOS: CATEQUISTA)

domingo, 17 de novembro de 2013

Igreja em estado permanente de missão

"Igreja em estado permanente de missão". A vídeo-mensagem do Papa aos participantes no Congresso em Guadalupe, no México.



Cidade do Vaticano – O Papa Francisco enviou uma vídeo-mensagem por ocasião do Encontro e Peregrinação, que se realiza, de hoje, sábado, até o dia 19 no Santuário Nossa Senhora de Guadalupe, na Cidade do México.

O encontro, organizado pela Pontifícia Comissão para a América Latina (CAL), junto com os Cavaleiros de Colombo, tem como tema: “Nossa Senhora de Guadalupe, Estrela da Nova Evangelização no continente americano”.

Em sua vídeo-mensagem em espanhol, após saudar os presentes no Santuário de Guadalupe, o Santo Padre citou o Documento de Aparecida “que propõe colocar a Igreja em estado permanente de missão, realizar ações de índole missionária, mas, em contexto mais amplo, uma ação missionária global: que todas as atividades das Igrejas locais tenham caráter missionário".

Em primeiro lugar, disse o Papa, “a intimidade da Igreja com Jesus é uma intimidade itinerante e pressupõe sair de si mesmo e caminhar, semeando novamente e sempre até aonde for possível”. Logo, a Igreja não se deve fechar, mas sair das suas comunidades e ter a audácia de chegar até às periferias, que precisam da presença de Deus.

Como segundo ponto, o Pontífice coloca o objetivo de toda a atividade pastoral, que deve ser orientada pelo impulso missionário de atingir a todos, sem excluir ninguém. A tarefa da evangelização precisa de muita paciência. A mensagem cristã deve ser apresentada de modo sereno e gradual; deve ser sempre criativa em seus métodos.

O terceiro aspecto da missão, segundo o Papa Francisco, concerne ao Bispo, que acompanha a pastoral da Igreja, como pastor que sabe o nome das suas ovelhas e as guia com solidariedade, ternura e paciência, manifestando-lhes a maternidade da Igreja e a misericórdia de Deus. O papel do Bispo não deve ser o de um príncipe, mas, o de um bom Pastor, que tem discernimento, vigia seu rebanho, mantém a unidade e promove a esperança entre os fiéis.

O quarto ponto que o Santo Padre destacou na sua vídeo-mensagem diz respeito aos agentes de pastoral, sobretudo os presbíteros, que devem participar da missão do Bispo. A tentação do clericalismo, que causa tanto dano à Igreja na América Latina, é um obstáculo para o desenvolvimento da maturidade e da responsabilidade cristã de boa parte dos leigos.

O clericalismo, diz ainda o Papa, implica uma atitude auto-referencial, um comportamento de grupo, que dificulta o encontro com o Senhor. Eis a urgência de formar ministros, capazes de unir, propor encontros, dialogar, caminhar e inflamar o coração das pessoas, apesar dos desafios. A cultura de hoje exige uma formação séria.

Neste ponto, o Bispo de Roma dedicou uma palavra à Vida Consagrada, que é fermento na Igreja e a faz crescer. Por isso, exortou os consagrados e as consagradas a serem fiéis ao próprio carisma, que deve ser vivido e transmitido em toda a sua integridade, pelo bem da Igreja.

Papa Francisco concluiu sua vídeo-mensagem agradecendo a todos pelo seu empenho na missão continental. E exortou os discípulos missionários a manterem o tesouro da fé, que deve ser transmitido, e tornarem conhecido o nome de Jesus. 



Fonte; Rádio Vaticano 

sexta-feira, 15 de novembro de 2013

Cristãos na política

Card. Turkson: "Cristão na política deve fazer a opção preferencial pelos pobres"



Cidade do Vaticano (RV) – O Pontifício Conselho da Justiça e da Paz promove, em sua sede, o primeiro encontro dos capelães parlamentares.

Nesta quinta e sexta-feira, os participantes analisam o acompanhamento espiritual e a promoção do bem comum em meio aos políticos. O Presidente do Pontifício Conselho, Card. Peter K.A. Turkson, abriu o evento citando a atualidade da Gaudium et Spes no que diz respeito à missão dos sacerdotes na vida política. “Não se trata somente de defender posições particulares, mesmo que, às vezes, isso seja necessário. Em primeiro lugar, é preciso ajudar os responsáveis políticos a fundamentarem o próprio trabalho em bases sólidas e direcioná-lo, para que este não seja vivido somente de maneira formal, mas seja interiorizado com a reflexão e a oração.

Para o Cardeal, a Igreja precisa se empenhar ainda mais junto aos políticos – um empenho seja intelectual, seja espiritual. “É preciso ajudar os políticos cristãos a realizarem um discernimento racional sobre o bem comum, mas ao mesmo tempo é necessário também alimentar sua esperança e sua coragem. Isso não significa que o clero deva substituir os leigos: significa, principalmente, ajudá-los a assumirem com coerência as próprias responsabilidades batismais.”

Como exemplo dessas responsabilidades, o Card. Turkson cita a escolha preferencial pelos pobres que os políticos devem fazer e o que deriva desta escolha, como a luta contra a precariedade social e o desemprego e em favor da vida e do meio ambiente. “Uma característica dos cristãos engajados na política é, ou deveria ser, a capacidade de promover um princípio de humanidade global e coerente.”

Participam deste encontro, entre outros, o Secretário da Congregação para a Doutrina da Fé, Arcebispo Luis Ladaria, e o Secretário do Pontifício Conselho da Justiça e da Paz, Dom Mario Toso.



Fonte: Rádio Vaticano 

quinta-feira, 14 de novembro de 2013

O que está mudando?

Muita coisa está mudando em nossa sociedade. Em alguns lugares muda para piorar a situação. Por exemplo, o que mais cresce em São José de Mipibu é a violência. Uma cidade apagada sem nenhuma perspectiva para os mais jovens. A maioria dos nossos jovens estão desempregados e sem chances de progredirem na vida. É preciso sair da cidade para buscar oportunidades para ser feliz na vida.
Precisamos de ideias políticas que possibilite oportunidades para os mais desfavorecidos. O que temos hoje é um atraso estrutural que deixa do lado de fora os mais pobres. Essa realidade atesta a incapacidade de alguns dirigentes da sociedade. É necessário pensar rapidamente em mudanças de comportamentos. Vamos refletir.
(CARLOS)

Reflexão


"Quando excessiva, a curiosidade nos afasta de Deus", adverte o Papa Francisco.


Fonte: Rádio Vaticano 

domingo, 10 de novembro de 2013

Santo Padre: "O mundo descarta os doentes. A Unitalsi é chamada a caminhar contra essa lógica de exclusão"



Cidade do Vaticano (RV) - O Papa Francisco recebeu neste sábado, na Sala Paolo VI, no Vaticano, cerca de 7 mil fiéis participantes da peregrinação da União Nacional Italiana de Transporte de Doentes a Lourdes e outros Santuários (Unitalsi) por ocasião dos 110 anos de fundação dessa organização.

O Santo Padre saudou com afeto os doentes e portadores de deficiência, acompanhados por voluntários, assistentes eclesiásticos, responsáveis de seções e pelo presidente nacional da Unitalsi.

"Que toda pessoa doente e frágil possa ver no rosto de vocês a face de Jesus e que vocês possam reconhecer na pessoa sofredora a carne de Cristo. Os doentes são uma riqueza para a Igreja e a Unitalsi junto com outras realidades eclesiais receberam o dom e o compromisso de acolher essa riqueza para valorizá-la não só na Igreja, mas em toda a sociedade", disse o Papa Francisco que acrescentou:

"O contexto cultural e social de hoje é bastante inclinado a esconder a fragilidade física, a considerá-la apenas como um problema que exige resignação e pietismo ou às vezes descarta as pessoas. A Unitalsi é chamada a ser um sinal profético e a caminhar contra essa lógica mundana, a lógica da exclusão, ajudando os que sofrem a serem protagonistas na sociedade, na Igreja e também nessa associação. Para promover a inserção dos doentes na comunidade cristã e inspirar neles um forte sentido de pertença, é necessária uma pastoral inclusiva nas paróquias e associações. Trata-se de valorizar realmente a presença e o testemunho das pessoas frágeis e sofredoras, não somente como destinatários da evangelização, mas como sujeitos ativos desta ação apostólica."

O Santo Padre recordou que há 110 anos essa organização trabalha com pessoas doentes ou em condições de fragilidade, seguindo o estilo do Evangelho.

"O seu trabalho não é assistencialismo ou filantropia, mas anúncio genuíno do Evangelho da caridade. É ministério da consolação. E isso é grande, hein? Penso nos membros da Unitalsi espalhados por toda a Itália: vocês são homens, mulheres, mães, pais e muitos jovens que, por amor a Cristo e seguindo o exemplo do Bom Samaritano, não viraram o rosto para o outro lado, diante do sofrimento. O não virar o rosto para o outro lado é uma virtude. Prossigam com essa virtude", concluiu o pontífice. 



Fonte:Rádio Vaticano 

sábado, 9 de novembro de 2013

Maria, a Mãe de Jesus

Maria cheia de graça volta o seu olhar para os oprimidos desse lugar.
Maria sempre imaculada mostra-nos o caminho do teu Filho amado.
Maria, exemplo de ternura de Deus. Imitá-la no seu sim para Deus, é a mais digna resposta de quem é cristão.
É GRATIFICANTE COLABORAR COM UM AMBIENTE SAUDÁVEL
O Rio Potengi deve ser orgulho para o povo de Natal pela grandeza de riqueza natural, pelo cartão postal que representa para o mundo. Para quem participa da aula no barco escola consegue alcançar a importância do rio. Mas é necessário uma mudança de mentalidade no povo em relação ao cuidado na defesa das nossas riquezas naturais. Sentimos que, por um lado, o rio potengi sofre agressão através das redes de esgotos que reforçam a contaminação. Além do lixo depositado no rio, fato muito preocupante. Por outro lado, existem pessoas preocupadas, instituições que acreditam na força da conscientização e na capacidade de sensibilização.
O barco escola reforça, de forma significativa, a tese que a saída é a formação. Por isso mesmo, a escola tem a obrigação de se comprometer com esta realidade. É um tema atual e que nos convoca para uma tomada de consciência. A escola de forma isolada não consegue chegar em todo lugar mas a comunidade em torno dela pode muito bem colaborar a partir de suas atitudes. Que a defesa do meio ambiente possa se expandir com a ajuda de todos.

Fazer educação ambiental, dessa forma, significa adiar a destruição de nossa casa porque ganhamos gente para o nosso lado consciente de sua importância como preservador daquilo que é de todos: O RIO POTENGI. Contamos com a participação de todos. (Professor: Carlos / Malvina Cosme)

quinta-feira, 7 de novembro de 2013

Que tipo de política queremos?

A periferia da cidade como sempre esquecida, marginalizada e excluída sócio, político e economicamente. É uma realidade historicamente produzida pelo tipo de política que favorece a uma pequena parcela da sociedade. A pobreza torna-se um escândalo porque ela é criada. Os que se dizem poderosos não tem nenhum interesse em mudar a realidade. O retrato real e fiel da sociedade revela que uma maioria é colocada no escanteio. O mundo dos empobrecidos clama por mudanças porque vivem num processo de desumanização. Esse processo de desumanização é comprovado pelos índices de violência, desemprego, quadro ruim de educação e saúde. Uma forma de ocultar a realidade é a violenta propaganda que aliena os desassistidos. 

quarta-feira, 6 de novembro de 2013

Mipibu: a fila da insegurança

Não podemos convocar o povo para dizer-lhe: o povo é pobre. Podemos, sim, convocar o povo para dizer-lhe: o povo é capaz de transformar essa realidade de pobreza estrutural. Será necessário consciência política e fidelidade à verdade.

Educação

"O que muda no mundo moderno é a necessidade de construir conhecimento em vez de permanecer apenas na transmissão"(Pedro Demo). Quando não se tem o que fazer e nem sabe o que fazer, então, procuram em cima da hora qualquer coisa. O caminho mais fácil é a transmissão, pois, tudo está pronto e acabado. Que pena! E aí? Um corre para o computador, outro vai para o circo, outros escolhem culpados e amanhã será outro dia. O que será do amanhã sem a esperança? (CARLOS)

segunda-feira, 4 de novembro de 2013

Cidade sem cidadania?

Nos dias atuais ninguém pode sobreviver sem os instrumentos da cidadania. Toda pessoa tem direitos e deveres que devem ser respeitados. Um povo que nem cidadão é, é um povo sem emprego, refém da violência e sem nenhuma perspectiva de vida melhor. Estamos como numa barca sem rumo e sem direção. Falta tudo que é necessário para o povo ser feliz. O que seria tudo nesse instante? Em primeiro lugar a dignidade humana precisa ser respeitada e resgatada para que o ser humano se torne novamente alguém que faça projeção de um futuro melhor.
Cidade sem cidadania é cidade sem governo que represente o povo, principalmente os mais pobres. Estes estão desamparados sem emprego e renda, sem possibilidades para viver dignamente.Uma cidade assim só pode ser infeliz porque perdeu a capacidade de sonhar por um mundo melhor pleno de liberdade. Parece que não temos mais o que contemplar. Tudo indica que o restinho de humanidade que ainda resta está preste a ser destruído pelos violentos da cidade. Os violentos estão em todas camadas sociais agindo de forma diferente. 
Felizmente, temos uma boa notícia. Existem pessoas de boa vontade que sabem agir do lado do bem, com discurso e prática coerentes. Estes não aparecem nem são cogitados porque, eles, possuem algo que faz a diferença na sociedade: tem um coração incorruptível. Estes são vistos, apenas, aos olhos de Deus que é amor misericordioso. (CARLOS)

domingo, 3 de novembro de 2013

Com Marcelo Barros, reflita

 Para um mundo como o nosso quais seriam as bem-aventuranças que deveríamos proclamar hoje em nome de Jesus? Quem consegue vacinar-se contra o consumismo proposto pela publicidade? Quem mesmo em uma sociedade individualista e de competição consegue ter um espírito comunitário e solidário? Quem não perde a esperança de um novo mundo possível? Quem vive a espiritualidade como pessoa normal e não como gente neurótica? Que mais? 

sábado, 2 de novembro de 2013

Vem aí mais uma jornada missionária

Lideranças do Setor I, centro, se encontram nesse domingo dia 3 de novembro para visitar os moradores das ruas do nosso setor. As atividades do mês de outubro foram positivas. Tivemos missa em todos os setores, visita às casas do povo da cidade e encontro para novenas em famílias. O Padre Matias e o Padre Lenilson deram grande assistência aos setores. O povo está muito feliz com a setorização porque sente a presença da Igreja nas bases junto do povo de Deus. Domingo, antes da missa, temos uma rápida reunião para mais uma jornada missionária começando no dia 12 de novembro até o dia 18 de dezembro. Vamos participar!

Hoje é dia de finados

A saudade que hoje nos invade é a mais fiel consequência de que pessoas e momentos foram e são importantes em nossa vida. Que a ausência física nos faça ter mais certeza na eternidade, em Deus. E que se hoje sentimos falta é porque não somos só o presente. Marcas do passado nos mostram quem somos, e nos apontam o futuro para onde devemos caminhar. Paz e bem. (Andreson Madson)

Sobre a morte, uma boa reflexão escrita pelo monge Marcelo Barros

 Nessa noite, em vários lugares do continente, as pessoas recordam seus entes queridos já falecidos. Nossa sociedade tem medo de falar da morte e disfarça como pode a experiência da morte. De fato, a morte, enquanto minha, é uma experiência impensável. Epicuro dizia que se eu existo, a morte não existe. Se a morte acontece, eu não existo mais. Então, eu não posso fazer a experiência da morte. Mas, a faço quando experimento a morte de uma pessoa que amo. Kant escreveu: “Quanto à morte, ninguém pode experimenta-la por si mesmo, mas só a apreende na morte do outro". O medo de morrer não é medo da morte mas medo de ser morto. 
         As tradições religiosas revelam que a vida não é  penas biológica, nem a morte é mero acidente de percurso. Como diz a Bíblia: “Para todas as coisas, há o momento certo. Existe o tempo de nascer e o tempo de morrer”(Ecl 3). Rubem Alves compara a vida com uma sinfonia na qual a morte é o último acorde.  Como se a morte dissesse: “É pena, mas está completo. Para que seja belo, é preciso que agora acabe”.  
         A sociedade urbanizada não consegue viver de forma  integrada a comunhão com seus falecidos. Muitos não vêem mais sentido em ir ao cemitério ou a um velório. Nas culturas antigas, velava-se o defunto em casa, em um cerimonial de convivência. As pessoas cantavam. Havia comidas próprias para os que passavam a noite. Atualmente, paga-se uma capela de cemitério e reduz-se o velório ao tempo mínimo. A morte é disfarçada. É um assunto que se evita. Essa dificuldade de lidar com a morte de um modo digno já aparece no fato de que a ciência finge que controla a vida. A morte parece reduzida a um acidente fatal. Ninguém mais morre “naturalmente”. Ou aparece uma doença traiçoeira, ou acontece um acidente fatal. 
              Quando a vida é desumanizada, a morte também perde o seu sentido, a sua sacralidade. A sociedade desenvolve um culto ao corpo e à beleza física. As pessoas são educadas a fechar-se em si mesmas, despreparadas para enfrentar a morte dos outros e a sua própria. A sociedade gosta tanto da literatura e do filme de fantasma e vampiro porque sente confusão diante da morte, mistura mortos e vivos. Como se o ideal de todos fosse “morrer velhos, mas esbeltos”. De fato, a morte humaniza a vida porque revela que somos criaturas limitadas. Educar nossos filhos fugindo da questão da morte não os ajuda a assumir os próprios limites e os dos outros. Como não levam a sério a morte, as pessoas são facilmente empurradas para a violência e o desrespeito à vida. Cada vez mais, como dizia Guimarães Rosa:  “viver é muito perigoso”. 
            As religiões e culturas tradicionais têm uma importante função: revelar que Deus nos criou para a vida e uma vida digna e plena. Agrada a Deus quem defende a vida em todos os aspectos e dimensões: a vida própria, a dos outros e a do universo. Lutar pela vida, contra a dor e a destruição inclui a sabedoria de acolher a irmã morte quando, de algum modo, ela nos vem. Se cremos em Deus, temos confiança de que  morte não é o fim. Se não, a morte seria deus e o amor de Deus não valeria nada. A morte continua sendo sempre uma tragédia. Mas, as religiões vêem caminhos para além da morte. Muitos creem na reencarnação. Os cristãos proclamam a ressurreição. Esta esperança muda a forma de encarar a morte. 
               A maneira como a sociedade se organiza diante da morte está estreitamente ligada ao modo como ela organiza a vida. Na sociedade ocidental, diante de um morto a gente pensa: “De que morreu?”. Nas sociedades tradicionais, a pergunta é “Por que morreu?”. Através dela, o grupo se põe a questão da sua responsabilidade, expressa o sentimento de culpa. Viver e morrer não são atos vividos no isolamento. 
              De fato,  o espírito é sempre encarnado e o corpo sempre espiritualizado. A morte é a cisão entre um tipo de corporalidade limitado, biológico, restrito a um pedaço do mundo, isto é, nosso corpo e outro tipo de corporalidade em relação à matéria, ilimitado, aberto, pancósmico que corresponde ao novo modo de ser em que entra o homem após a morte, a eternidade. 
                      Nos Evangelhos, Jesus sofre quando pressente que vai ser morto. A morte é inimiga do ser humano e a ela tudo está submetido. A carta aos hebreus diz que Jesus elevou orações e súplicas com lágrimas Àquele que o podia salvar da morte (5, 7). Morre dando um grande grito.    “A morte é o último inimigo a ser reduzido ao nada por Deus” (1 Cor 15, 26). Deus não substitui o velho pelo novo. Ele faz do velho o novo. A ressurreição é uma forma de estar com Cristo. 


                  Antes de ser assassinado, Dom Oscar Romero, arcebispo de El Salvador, disse: “Estou ameaçado de morte. Como cristão, não creio na morte sem ressurreição. Se me matam, ressuscitarei no meu povo… Sinto-me obrigado a dar a vida por quem amo que são todos os salvadorenhos, inclusive aqueles que vão me assassinar… Que meu sangue seja semente de libertação e sinal de que a esperança será, em breve, realidade”.
Fonte: Marcelo Barros

sexta-feira, 1 de novembro de 2013

Valorização do conhecimento

"A valorização do conhecimento cotidiano é hoje considerado como um elemento importante no trabalho pedagógico de qualquer disciplina escolar". (Giardinetto)

quinta-feira, 31 de outubro de 2013

Sem o amor


Sem o amor de Cristo, sem viver este amor, sem reconhecê-lo, nutrir-nos deste amor, não podemos ser cristãos. O cristão é aquele que se sente atraído pelo olhar do Senhor, se sente amado e salvo pelo Senhor até o fim”.
(Papa Francisco)


Fonte: Rádio Vaticano 

quarta-feira, 30 de outubro de 2013

Muticom

quarta-feira, 30 de outubro de 2013

Comunicadores debatem “Jornalismo público e cidadania”, no 3º dia do Muticom

8º Muticom tem a presença de pesquisadores renomados.
O presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Comunicação da CNBB, dom Dimas Lara Barbosa, avalia de forma positiva os desdobramentos dos trabalhos do 8º Mutirão Brasileiro de Comunicação. O evento reúne até esta quinta-feira, 31, em Natal (RN), agentes de pastoral, profissionais e estudantes de todo o Brasil para debater comunicação e cidadania em seus meios e processos.


 “A própria dinâmica do Mutirão refere-se ao conhecimento produtivo, com a contribuição de todos. As partilhas de experiências têm sido bem sucedidas”, relata. O bispo destaca que os mutirões, assim como os encontros nacionais da Pastoral da Comunicação, têm contribuído para a ação da pastoral nas paróquias. “Esses eventos vêm se consolidando cada vez mais, o que gera corpo e ação pastoral, da comunicação, em nossas dioceses e paróquias”, disse.

Comunicadores das regiões do Brasil participam do evento.
Nesta quarta-feira, o 8º Muticom chegou ao terceiro dia de atividades, debatendo o tema “Jornalismo Público e construção da cidadania”. A exposição contou com a assessoria do professor Elson Faxina, da Universidade Federal do Paraná (UFPR) e TV Educativa do Paraná (TVE/PR). O professor alertou para a necessidade da Igreja ter um olhar diferenciado na produção de conteúdo, levando em conta os princípios ideológicos de cada meio. “Os meios católicos devem ficar atentos para não repetir o que as grandes mídias veiculam. Sua ideologia é diferenciada, então deve seguir por este caminho. Acredito que os jornalistas deva abandonar a zona de conforto e buscar outras formas de narrar os fatos. O que muda a sociedade não é o discurso, mas a história, os testemunhos”, lembrou.


Programação

Nesta quinta-feira, 31, estão agendadas as seguintes atividades: 08h –missa de encerramento, presidida por dom Dimas Lara Barbosa; 09h – Seminário “Conteúdo e Mensagens dos MCS: olhares críticos e questões contemporâneas”, com assessoria dos professores Manuel Carlos Chaparro (USP) e Laurindo Lalo Leal Filho (USP); das 14h às 16h, fechamento dos grupos de trabalho e às 16h30, solenidade de encerramento, com anúncio da sede do 9º Muticom, seguida da apresentação da cantora Elba Ramalho.
Fonte: Blog da CNBB

terça-feira, 29 de outubro de 2013

Como uma árvore ...

Podemos ser representados por uma árvore. Toda árvore tem suas raízes e sua importância na natureza. Assim, numa comunidade existe a necessidade de reconhecermos nossas raízes e nos fortalecermos na unidade.

segunda-feira, 28 de outubro de 2013

Francisco na homilia matutina: Jesus continua intercedendo por nós, mostrando ao Pai as suas chagas



Cidade do Vaticano (RV) – Jesus continua a rezar e a interceder por nós, mostrando ao Pai o preço da nossa salvação, ou seja, as suas chagas. Foi o que disse o Papa Francisco na homilia da Missa que ele celebra todas as manhãs na sua residência.

O centro da homilia foi o trecho em que Jesus passa toda a noite rezando ao Pai antes de escolher os doze Apóstolos. “Jesus organiza o seu time – destacou o Papa – e logo depois é cercado por uma grande multidão que veio para ouvi-lo e ser curada. São as três relações de Jesus, observa o Pontífice: com o Pai, com os seus Apóstolos e com as pessoas. E Cristo reza ainda hoje:

Ele é o intercessor, aquele que reza e pede a Deus conosco e diante de nós. Jesus nos salvou, somos justos graças a Ele. Agora Ele se foi, mas reza. Jesus não é um espírito! Jesus é uma pessoa, é um homem, com carne como a nossa, mas na glória. Jesus tem suas chagas nas mãos, nos pés, e quando reza mostra ao Pai o preço da salvação. 
Num primeiro momento, explicou Francisco, Cristo fez a redenção, nos salvou. Agora, Jesus intercede e reza por nós. “Penso no que Pedro sentiu quando o renegou e depois Jesus olhou para ele e chorou. Ele sentiu que Jesus tinha rezado por ele e por isso se arrependeu. “Nós, irmãos, devemos rezar uns pelos outros”, disse o Papa, exortando todos nós a pedirmos a intercessão de Cristo:

Ele reza por mim; Ele reza por todos nós e reza corajosamente porque mostra ao Pai o preço da nossa salvação: as suas chagas. Pensemos nisso e agradeçamos ao Senhor. Agradeçamos por ter um irmão que reza conosco, por nós, que intercede por nós. E falemos com Jesus, dizendo: ‘Senhor, Tu és o intercessor, me salvastes, me justificastes. Mas agora, reza por mim’. E confiemos os nossos problemas, a nossa vida, tantas coisas, para que Ele os leve ao Pai.



Fonte: Rádio Vaticano 

Reflexão para hoje

 "A humildade vem do termo húmus e significa a pessoa ter os pés na terra, assumir sua verdade, não querer ser o que não é. Assumir sua realidade de criatura frágil e carente". (Marcelo Barros)

domingo, 27 de outubro de 2013

Papa Francisco: rezar juntos, em família, é muito bonito e dá muita força!



Cidade do Vaticano (RV) - Mais de cem mil pessoas participaram da missa presidida pelo Santo Padre na Jornada da Família, iniciativa que se insere no âmbito do Ano da Fé.

Em sua homilia, o Pontífice ressaltou que as Leituras deste XXX Domingo do Tempo Comum "nos convidam a meditar sobre algumas características fundamentais da família cristã".

O Papa Francisco fez a sua reflexão em três pontos, desenvolvendo-a justamente a partir destas características fundamentais: a família que reza; a família conserva a fé; e a família que vive a alegria.

Na primeira (a família que reza), frisou que o trecho do Evangelho evidencia dois modos de rezar, um falso – o do fariseu – e outro autêntico – o do publicano.

"O fariseu encarna uma atitude que não expressa o rendimento de graças a Deus por seus benefícios e a sua misericórdia, mas a satisfação de si próprio", observou o Pontífice. O fariseu se sente justo, se orgulha disso "e julga os outros do alto de seu pedestal".

O publicano, pelo contrário, não multiplica as palavras. "A sua oração é humilde, sóbria, permeada pela consciência da própria indignidade, da própria miséria: este homem – observou o Papa – realmente se reconhece necessitado do perdão de Deus, da misericórdia de Deus."

A oração do publicano, acrescentou, "é a oração do pobre, é a oração que agrada a Deus que, como diz a primeira Leitura, 'chega às nuvens'", enquanto a do fariseu é ofuscada pela vaidade.

O Papa prosseguiu perguntando às famílias se elas rezam em família, aconselhando-as a fazerem-no, com humildade, deixando-se olhar pelo Senhor e pedindo a sua bondade, que venha a nós.

"É também questão de humildade, disse, reconhecer que precisamos de Deus, como o publicano!"

"E todas as famílias precisamos de Deus: todas, todas! Necessidade de sua ajuda, de sua força, de sua bênção, de sua misericórdia, de seu perdão. É preciso simplicidade: para rezar em família é preciso simplicidade! Rezar juntos o "Pai-Nosso", em torno da mesa, não é uma coisa extraordinária: é fácil. E rezar junto o Terço, em família, é muito bonito, dá muita força!"

Da segunda Leitura o Santo Padre extraiu a segunda característica fundamental da família cristã: a família conserva a fé. O Apóstolo Paulo, frisou o Papa, no fim de sua vida, faz um balanço fundamental, e diz: "Conservei a fé" (2 Tm 4,7). Mas como a conservou? – perguntou Francisco.

"Não numa caixa-forte! Não a escondeu debaixo da terra, como aquele servo um pouco preguiçoso. São Paulo compara a sua vida a uma batalha e a uma corrida. Conservou a fé porque não se limitou a defendê-la, mas a anunciou, irradiou, levou-a para longe".

Opôs-se decididamente àqueles que queriam conservar, "embalsamar" a mensagem de Cristo nos confins da Palestina, acrescentou.

"Por isso fez escolhas corajosas, foi a territórios hostis, deixou-se provocar pelos distantes, por culturas diferentes, falou francamente sem medo. São Paulo conservou a fé porque, como a recebeu, a doou, embrenhando-se nas periferias, sem entrincheirar-se em posições defensivas."

Também neste ponto, disse o Papa, podemos perguntar-nos: de que modo nós, em família, conservamos a nossa fé?

"Conservamos para nós, em nossa família, como um bem privado, como uma conta no banco, ou sabemos partilhá-la com o testemunho, com o acolhimento, com a abertura aos outros?"

Francisco reconheceu que todos sabemos que as famílias, especialmente as famílias jovens, estão comumente "na correria", muito ocupadas; "mas algumas vezes já pensaram que essa "correria" pode ser também a corrida da fé? – perguntou. As famílias cristãs são famílias missionárias, disse, lembrando o encontro do dia anterior na Praça São Pedro em que se ouviu o testemunho de família missionárias.

"São missionárias também na vida de todos os dias, fazendo as coisas de todos os dias, colocando em tudo o sal e o fermento da fé! Conservar a fé em famílias e colocar o sal e o fermento da fé nas coisas de todos os dias", reiterou.

Por fim, o Papa falou sobre o último aspecto: a família que vive a alegria. A esse ponto, Francisco dirigiu a todos uma pergunta, pedindo que cada um respondesse a si mesmo. "Como vai a alegria em sua casa? Como vai a alegria em sua família?"

"Caras famílias, vocês bem o sabem: a alegria verdadeira que se tem na família não é algo de superficial, não vem das coisas, das circunstâncias favoráveis... a alegria verdadeira vem de uma harmonia profunda entre as pessoas, que todos sentem no coração, e que nos faz sentir a beleza de estar juntos, de suster-nos reciprocamente no caminho da vida. Mas na base desse sentimento de alegria profunda está a presença de Deus, a presença de Deus na família, do seu amor acolhedor, misericordioso, respeitoso para com todos. E, sobretudo, um amor paciente: a paciência é uma virtude de Deus e nos ensina, em família, a ter esse amor paciente, um com o outro. Ter paciência entre nós. Amor paciente."

Somente Deus sabe criar a harmonia das diferenças. Se falta o amor de Deus, também a família perde a harmonia, prevalecem os individualismos, e a alegria se esvai. Ao invés, "a família que vive a alegria da fé, a comunica espontaneamente, é sal da terra e luz do mundo, é fermento para toda a sociedade", observou o Papa.

O Santo Padre concluiu com uma premente exortação: "Caras famílias, vivam sempre com fé e simplicidade, como a santa Família de Nazaré. A alegria e a paz do Senhor estejam sempre com vocês!" 



Fonte: Rádio Vaticano 

Há de se cuidar da amizade e do amor

Há de se cuidar da amizade e do amor

26/10/2013
A amizade e o amor constituem as relações maiores e mais realizadores que o ser humano, homem e mulher, pode  experimentar e desfrutar. Mesmo o místico mais ardente só consegue uma fusão com a divindade através do caminho do amor. No dizer de São João da Cruz, trata-se da experiência da “a amada(a alma) no Amado transformada”.
Há vasta literatura sobre estas duas experiências de base. Aqui restringimo-nos ao mínimo. A amizade é aquela relação que nasce de uma ignota afinidade, de uma simpatia de todo inexplicável, de uma proximidade afetuosa para com a outra pessoa. Entre os amigos e amigas se cria uma como que comunidade de destino. A amizade vive do desinteresse, da confiança e da lealdade. A amizade possui raízes tão profundas que, mesmo passados muitos anos, ao reencontrarem-se os amigos e amigas, os tempos se anulam e se reatam os laços e até  se recordam da última conversa havida há muito tempo.
Cuidar da amizade é preocupar-se com a vida, as penas e as alegrias do amigo e da amiga. É oferecer-lhe um ombro quando a vulnerabilidade o visita e o desconsolo lhe oculta as estrelas-guias. É no sofrimento e no fracasso existencial, profissional ou amoroso que se comprovam os verdadeiros amigos e amigas. Eles são como uma torre fortíssima que defende  o frágil castelo de nossas vidas peregrinas.
A relação mais profunda é a experiência do amor. Ela  traz as mais felizes realizações ou as mais dolorosas frustrações. Nada é mais misterioso do que o amor. Ele vive do encontro entre duas pessoas que um dia cruzarem seus caminhos, se descobriram no olhar e na presença e viram nascer um sentimento de enamoramento, de atração, de vontade de estar junto até resolverem fundir as vidas, unir os destinos, compartir as fragilidades e as benquerenças da vida. Nada é comparável à felicidade de amar e de ser amado.  E nada  há de mais desalodor, nas palavras do poeta Ferreira Gullar, do que não poder dar amor a quem se ama.
Todos esses  valores, por serem os mais preciosos, são também os mais frágeis  porque  mais expostos às contradições da humana existência.
Cada qual é portador de luz e de sombras, de histórias familiares e pessoais diferentes, cujas raízes alcançam arquétipos ancestrais, marcados por experiêncis bem sucedidas ou trágicas que deixaram marcas na memória genética de cada um.
O amor é uma arte combinatória de todos estes fatores, feita com sutileza que demanda capacidade de compreensão, de renúncia, de paciência e de perdão e, ao mesmo tempo, comporta o desfrute  comum do encontro amoroso, da intimidade sexual, da entrega confiante de um ao outro. A experiência do amor serviu de base para entendermos a natureza de Deus: Ele é amor essencial e incondicional.
Mas o amor sozinho não  basta. Por isso São Paulo em seu famoso hino ao amor, elenca os acólitos do amor sem os quais ele não consegue subsistir e irradiar. O amor tem que ser paciente, benigno, não ser ciumento, nem gabar-se, nem ensoberbecer-se, não procurar seus interesses, não se ressentir do mal…o amor tudo sofre, tudo crê, tudo espera e tudo suporta…o amor nunca se acaba(1Cor 13, 4-7). Cuidar destes acompanhates do amor é fornecer o húmus necessário para que o amor seja sempre vivo e não morra pela indiferença. O que se opõe ao amor não é o ódio mas a indiferença.
Quanto mais alguém é capaz de uma entrega total, maior e mais forte é o amor. Tal entrega supõe extrema coragem, uma experiência de morte pois não retém nada para si e mergulha totalmente no outro. O homem possui especial dificuldade para esta atitude extrema, talvez pela herança de machismo, patriarcalismo e racionalismo de séculos que carrega dentro de si e que lhe  limita a capacidade desta  confiança extrema.
A mulher é mais radical: vai até o extremo da entrega no amor, sem resto e sem retenção. Por isso seu amor é mais pleno e realizador e, quando se frustra, a vida revela contornos de tragédia e de um vazio abissal.
O segredo maior para cuidar do amor reside no singelo cuidado da ternura.  A ternura vive de gentileza, de pequenos gestos que revelam o carinho, de sacramentos tangíveis, como recolher uma concha na praia e levá-la à pessoa amada e dizer-lhe que, naquele momento, pensou carinhosamente nela.
Tais “banalidades” tem um peso maior que a mais preciosa jóia. Assim como uma estrela não brilha sem uma atmosfera ao seu redor, da mesma forma, o amor não vive  sem um aura de enternecimento, de afeto e de cuidado.
Amor e cuidado formam um casal inseparável. Se houver um divórcio entre eles, ou um ou outro morre de solidão. O amor e o  cuidado constituem uma arte. Tudo o que cuidamos também amamos. E tudo o que amamos também cuidamos.
Tudo o que vive tem que ser alimentado e sustentado. O mesmo  vale para o amor e para o cuidado. O amor e  o cuidado se alimentam da afetuosa preocupação de um para com o outro. A dor e a alegria de um é a alegria e a dor do outro.
Para fortalecer a fragilidade natural do amor precisamos de Alguém maior, suave e amoroso, a quem sempre podemos invocar. Daí a importância dos que se amam, de reservarem algum tempo de abertura e de comunhão com esse Maior, cuja natureza é de amor, aquele amor, que segundo Dante Alignieri da Divina Comédia “move o céu e as outras estrelas”  e nós acrescentamos: que comove os nossos corações. Fonte: Leonardo Boff
Leonardo Boff é autor de  O Cuidado necessário, Vozes 2012.

sábado, 26 de outubro de 2013

Papa Francisco: Bento XVI fez Teologia "de joelhos", seus livros despertam a fé



Cidade do Vaticano (RV) - Os livros sobre Jesus escritos por Bento XVI permitiram descobrir ou reforçar a fé em muitas pessoas e abriu uma nova estação de estudos sobre o Evangelho. Foi a consideração central expressa este sábado pelo Papa Francisco, que condecorou dois teólogos – um inglês e um alemão – com o "Prêmio Ratzinger". Promovido pela Fundação Vaticana "Joseph Ratzinger-Bento XVI", o Prêmio este ano chega à sua terceira edição.

Não há dúvida que fizeram bem a muitos, quer estudiosos ou pessoas simples, próximos ou distantes de Cristo. Esse é o resultado dos três livros sobre Jesus de Nazaré, escritos por Bento XVI entre 2007 e 2012, e em geral o bem feito por sua sabedoria teológica, antes fruto de oração que de empenho intelectual.

Francisco reconheceu isso e o celebrou publicamente no dia e no contexto mais apropriados, junto a dois teólogos – o inglês Richard Burridge e o alemão Christian Schaller – que receberam das mãos do Pontífice o Prêmio dedicado ao Papa emérito.

A entrega do chamado "Nobel da Teologia – como desde a sua instituição, em 2010, é considerado o Prêmio Ratzinger –, ofereceu ao Santo Padre a ocasião para uma reflexão pessoal sobre o valor da trilogia escrita por Bento XVI-Joseph Ratzinger.

Recordando a admiração de alguns diante de textos que não eram exatamente do magistério ordinário, o Papa Francisco observou:

"Certamente o Papa Bento se interrogou sobre a questão, mas também nesse caso, como sempre, ele seguiu a voz do Senhor em sua consciência iluminada. Com esses livros ele não fez um magistério em sentido próprio, e não fez um estudo acadêmico. Ofereceu à Igreja e a todos os homens o que tinha de mais precioso: seu conhecimento acerca de Jesus, fruto de anos e anos de estudo, de aprofundamento teológico e de oração – porque Bento XVI fazia teologia de joelhos, e todos sabemos disso –, e colocou esse conhecimento à disposição na forma mais acessível."

"Todos nós temos uma certa percepção, por ter ouvido muitas pessoas que graças aos livros sobre Jesus de Nazaré alimentaram a sua fé, a aprofundaram, ou até mesmo pela primeira vez se aproximaram de Jesus de modo adulto, conjugando as exigências da razão com as da busca do rosto de Deus.

Francisco parabenizou os vencedores do Prêmio Ratzinger 2013, e o fez também em nome de Bento XVI – com o qual disse ter-se encontrado "quatro dias atrás" –, despedindo-se deles com as seguintes palavras: "O Senhor abençoe sempre vocês e seu trabalho a serviço de Seu Reino".



Fonte: Rádio Vaticano 

Shalom

Shalom

Dá-nos, Senhor aquela
Paz inquieta que denuncia
a Paz dos cemitérios e a Paz dos lucros fartos.
Dá-nos a Paz que luta pela Paz! 

A Paz que nos sacode com a urgência do Reino.
A Paz que nos invade, com o vento do Espírito, 
a rotina e o medo, o sossego das praias 
e a oração de refúgio.
A Paz das armas rotas na derrota das armas.
A Paz da fome de Justiça,
a paz da Liberdade conquistada,
a Paz que se faz "nossa" sem cercas nem fronteiras,
Que tanto é "Shalom" como "Salam", 
perdão, retorno, abraço...
Dá-nos a tua Paz, essa Paz marginal que soletra
Em Belém e agoniza na Cruz e triunfa na Páscoa.
Dá-nos, Senhor, aquela Paz inquieta, 
que não nos deixa em paz!

Pedro Calasdáliga

quinta-feira, 24 de outubro de 2013

Para refletir

"Não é possível adorar a Deus numa escravidão. A relação com Deus é sempre uma libertação".

Frase do Papa Francisco


“É preciso deixar de lado tudo aquilo que nos distancia de Jesus Cristo e refazer tudo do início". 


quarta-feira, 23 de outubro de 2013

MINHA VISITA AO PARQUE DAS DUNAS

A minha visita no Parque das Dunas foi muito legal. Não foi a primeira vez que eu fui mas foi mais legal agora. No passeio da escola eu vi a casa em forma de uma mulher. Eu fui no centro de pesquisa, vi a maquete do Parque das Dunas. O Parque das Dunas só perde para Barra da Tijuca, Rio de Janeiro. Vi os animais empalhados e a xiloteca. Gostei muito. Prestei atenção que todos que trabalham ali tem muita consciência ambiental.
(R. 10 anos)

terça-feira, 22 de outubro de 2013

domingo, 20 de outubro de 2013

Paróquia em renovação permanente

Não vamos muito longe para falar de renovação da paróquia. Desde que foi setorizada, pelo Padre Matias, que se investe na renovação da paróquia em São José de Mipibu. A paróquia tem um projeto de evangelização, sabe o caminho, conhece o caminho. Na condição de leigo na Igreja vejo a realidade como desafiadora mas tenho a esperança que a formação e a missão acontecendo simultaneamente vai nos levar à comunidade fermentada pela participação de todos.
(Carlos)

NOVENA MISSIONARIA 2013 - 4º DIA

sexta-feira, 18 de outubro de 2013

Mensagem bonita!

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“Isso é o grande do Apóstolo, que, com a sua vida faz o que João Batista dizia: É necessário que ele cresça, e eu diminua”. O Apóstolo é aquele que dá a vida para que o Senhor cresça. E no final o seu crepúsculo é assim ... Também Pedro com a promessa: ‘Quando você ficar velho irão levá-lo aonde você não quer ir’. E quando eu penso no crepúsculo do Apóstolo, me vem ao coração a lembrança daqueles santuários de apostolicidade e santidade que são as casas de repouso dos sacerdotes e religiosas: bravos sacerdotes e bravas religiosas, envelhecidos, com o peso da solidão, esperando que o Senhor venha bater à porta de seu coração. Eles são verdadeiros santuários da apostolicidade e santidade que temos na Igreja. Não vamos esquecer deles, hein”.


Fonte: Rádio Vaticano 

Dia Nacional da Juventude

MÊS MISSIONÁRIO MOTIVADO

O mês missionário está com uma motivação maior na paróquia. Todos os dias os setores são contemplados com a missa reunindo o povo de Deus diante de Jesus Eucarístico. Ao lado do padre Matias, os missionários realizam o trabalho de formiguinha de casa em casa convidando o povo para participar dos eventos ligados à Igreja. Pela primeira vez na paróquia uma experiência missionária permanente com o Padre junto ao povo de Deus.

quinta-feira, 17 de outubro de 2013

Cristão sem Jesus se tornam...

Cristãos sem Jesus se tornam discípulos de ideologias, adverte Francisco



Cidade do Vaticano (RV) - Se um cristão “se torna discípulo da ideologia, perde a fé”. Foi o que destacou o Papa Francisco na Missa matutina na Casa Santa Marta.

“Ai de vós, legistas, porque tomastes a chave da ciência”: o Papa Francisco desenvolveu sua homilia a partir da advertência de Jesus contida no Evangelho de hoje, atualizando-a.

“Quando caminhamos pelas ruas e encontramos uma igreja fechada, sentimos algo estranho”, disse o Papa, porque “não dá para entender uma igreja fechada”.

Hoje, Jesus fala desta imagem do fechamento, que é a imagem desses cristãos que têm em mãos a chave, mas a levam embora, não abrem a porta. Ou pior, ficam parados na porta, impedindo a própria entrada e a entrada dos outros. A falta de testemunho cristão faz isso, e quando este cristão é um padre, um bispo ou um Papa, é ainda pior. O que acontece, se questiona Francisco, quando um cristão adota esta atitude da chave no bolso e porta fechada?

A fé passa, por assim dizer, por um alambique e se torna ideologia. E a ideologia não convoca. Nas ideologias, Jesus não existe, não existe sua ternura, seu amor e sua mansidão. As ideologias são rígidas, sempre. E quando um cristão se torna discípulo da ideologia, ele perde a fé: não é mais discípulo de Jesus, é discípulo deste modo de pensar... E por isso Jesus diz: ‘vocês levaram embora a chave da ciência’. O conhecimento Dele se transformou num conhecimento ideológico e também moralista, porque eles fechavam a porta com muitas prescrições. 
A ideologia, disse ainda o Papa, afasta as pessoas e afasta a Igreja das pessoas. “É uma doença grave a dos cristãos ideológicos. É uma doença, mas não é nova… Já o Apóstolo João, na sua primeira carta, falava disso, dos cristãos que perdem a fé e preferem as ideologias. E tornam-se rígidos, moralistas e sem bondade.”

Quando isso acontece, explicou o Pontífice, a oração desaparece do coração desse cristão. E se não há oração, a porta está sempre fechada. A chave que abre a porta da fé é a oração:

Quando um cristão não reza, acontece isso. E o seu testemunho é soberbo. Quem não reza é orgulhoso, é seguro de si, busca a própria promoção. Ao invés, quando um cristão reza, não se afasta da fé, fala com Jesus. Todavia, não se trata de recitar orações, como faziam os legistas, mas falar com Deus de coração a coração. 
“Uma coisa é rezar, outra coisa é recitar orações”, advertiu Francisco, que concluiu:

Peçamos ao Senhor a graça, primeiro de não deixar de rezar, para não perder a fé; permanecer humildes, e assim não estaremos fechados, não fecharemos a estrada ao Senhor.



Fonte: Rádio Vaticano