Hoje realizamos mais um dia de missão no setor I de nossa paróquia. Passamos a programação do mês missionário para o povo do setor. Em algumas casas anunciamos a Palavra de Deus. Ouvimos o que o povo tem a dizer sobre a vida e convidamos para que participem da campanha missionária. venham e sintam-se chamados para o discipulado na Igreja. (CARLOS)
domingo, 6 de outubro de 2013
Rezemos com confiança
Que a nossa opção seja preferencial pelos mais pobres, que a imagem da Igreja estampada no rosto e no coração dos mais sofridos possa despertar todos os discípulos missionários para a missão nas periferias da cidade. Que a evangelização possa ser realizada, primeiramente, através do testemunho. (CARLOS)
sábado, 5 de outubro de 2013
"O espírito do mundo é a lepra e o câncer da Igreja e da sociedade", diz o Papa em Assis
O Pontífice saudou todos os presentes, um a um, com palavras e gestos de carinho e afeto. A seguir, improvisou um discurso sobre as chagas de Jesus – chagas que precisam ser ouvidas e reconhecidas.
“Aqui, Jesus está escondido nesses jovens, nessas crianças, nessas pessoas. No altar, adoramos a Carne de Jesus. Neles, encontramos as chagas de Cristo – que precisam ser ouvidas talvez não tanto nos jornais, como notícias... Esta é uma escuta que dura um, dois, três dias. Devem ser ouvidas por aqueles que se dizem cristãos. O cristão adora e busca Jesus, e sabe reconhecer as suas chagas. A Carne de Jesus são as suas chagas nessas pessoas.”
O Instituto foi fundado em 1871 pelo frade franciscano Beato Ludovico de Casória. Hoje, é um ponto de referência nacional para a reabilitação de pessoas com graves deficiências físicas e mentais.
Da igreja do Instituto Seráfico, Francisco rezou no Santuário de S. Damião, onde foi acolhido pelo Ministro-geral da Ordem Franciscana dos Frades Menores, Fr. Michael Perry, e pela comunidade do Convento.
A sede episcopal foi a etapa sucessiva, onde se realizou uma visita histórica – a primeira de um Pontífice em 800 anos. No Bispado, se encontra a Sala da Espoliação, onde São Francisco renunciou aos bens paternos para consagrar-se a Deus. Nesta Sala, o Papa se encontrou com um grupo de pessoas assistidas pelas oito Caritas diocesanas.
E foi sobre este termo, espoliação, que Francisco deixou de lado seu discurso escrito, para falar aos pobres, entre os quais muitos estrangeiros.
“Esta é uma boa ocasião para fazer um convite à Igreja para se espoliar”, disse o Papa, recordando que todos somos Igreja, não só os sacerdotes e as freiras, e todos devemos ir pela estrada de Jesus, pela estrada de espoliação que ele mesmo percorreu. “Se quisermos ser cristãos, não há outro caminho. Sem a cruz, sem Jesus, sem espoliação, seremos cristãos de ‘confeitaria’”, ou seja, belos, mas não verdadeiros.
Francisco advertiu que a Igreja deve se espoliar hoje de um grave perigo, representado pelo mundano. “O cristão não pode conviver com o espírito do mundo, que nos leva à vaidade, à prepotência, ao orgulho. Isso é um ídolo, não é Deus. A idolatria é o pecado mais grave. É muito triste encontrar um cristão mundano, certo da segurança que o mundo lhe dá.” Deus é único, recordou o Pontífice, e o espírito do mundo não tem lugar na vida cristã.
“Muitos de vocês foram espoliados deste mundo selvagem, que não dá emprego, que não ajuda, ao qual não importa se existem crianças que morrem de fome no mundo, não importa se muitas famílias não têm o que comer, não têm a dignidade de levar o pão para casa, se tantas pessoas têm que fugir da escravidão, da fome e fugir em busca de liberdade. E quanta dor quando vemos que encontram a morte, como aconteceu ontem em Lampedusa. Hoje, é um dia de lágrimas. É o espírito do mundo que faz essas coisas”, explicou o Papa, que usou palavras fortes para quem se deixar levar por este espírito:
“É realmente ridículo que um cristão verdadeiro, que um padre, um freira, um bispo, um cardeal, um papa, queiram percorrer esta estrada do mundano, que é uma atitude homicida. O mundano mata, mata a alma, as pessoas, mata a Igreja. Hoje, aqui, peçamos a graça para todos os cristãos de que o Senhor nos dê a coragem de nos espoliar do espírito do mundo, que é a lepra e o câncer da sociedade, é o câncer da revelação de Deus. O espírito do mundo é o inimigo de Jesus.”
FONTE: Rádio Vaticano
sexta-feira, 4 de outubro de 2013
Passe livre
O projeto de lei do Passe Livre (nº 98/2013), que institui a gratuidade para todos os estudantes no
transporte de Natal, foi aprovado! O projeto é da vereadora Amanda Gurgel (PSTU), com os
vereadores do PSOL, Marcos e Sandro. Na quarta-feira (dia 2), vencemos a primeira votação.
No próximo dia 8, terça, às 14 horas, ele será votado em segunda discussão.
Vamos vencer mais essa. É preciso lotar de novo a Câmara Municipal!
Qual é o papel do cristão no terceiro mundo?
O
Cristão no Terceiro Mundo
A expressão terceiro mundo designa o mundo ignorado,
explorado e desprezado pelos que se dizem potências. É mundo visto de um ângulo
capitalista como um produto a ser explorado. Essa expressão, terceiro mundo,
foi usada pela primeira vez pelo demógrafo francês Alfred Sauvy (1952) num
artigo intitulado: “Três mundos, um planeta”. Aqui estamos no terceiro mundo, o
mundo que abrange os mais pobres. Quem são os mais pobres? Os moradores de rua,
os que vivem de salário de fome, desempregados, subempregados. Todos que estão
submetidos pelo modelo econômico a viverem de migalhas.
O papel do cristão nesse mundo é denunciar os
responsáveis pela miséria criada no mundo com terras agricultáveis e produção
de alimentos em abundância. O grande pecado social está aí, a fome e o
empobrecimento são criação do modo de produção que acumula riquezas nas mãos de
poucos e permite que a maioria viva sem nenhuma chance de vida digna. Podemos
lembrar aqui de Dom Hélder Câmara que foi indicado para o Prêmio Nobel da Paz
em 1972. O que levou este homem a ser lembrado no mundo? A sua luta em defesa
dos pobres, o profetismo imbuído em sua vida era o selo de Cristo, a marca
indelével de todo cristão autêntico. O cristão que assume o seu profetismo não
terá vida fácil. Será perseguido, caluniado por causa da Palavra de Deus. O
cristão do século XXI sofre por dois motivos: o discurso e a prática. Tudo isso
porque o discurso profético não agrada quem ignora a justiça, a verdade e a
paz. O discurso profético não combina com o discurso da sociedade. A prática do
cristão também incomoda porque ela é construída pelo discurso e vice-versa.
O cristão não se confunde com o político mas ele tem
posições políticas que exige um posicionamento coerente com a verdade. O que
mantém a autenticidade do cristão é o Evangelho. Por isso ele não se corrompe.
O cristão não se corrompe, outra coisa sim.
(Carlos: catequista / Movimento Fé e Luz)
SER CRISTÃO NA AMÉRICA LATINA
SER CRISTÃO NA AMÉRICA LATINA
Temos um Papa da América Latina que por suas atitudes tem mostrado ao mundo a ternura de Deus. O Papa Francisco abre um sorriso no rosto dos mais pobres e oprimidos. Através do Papa Francisco Deus nos mostra que é possível sair do cativeiro e participar de um mundo novo. Jesus Cristo é o libertador, sempre libertador. Não é possível ser cristão sem ser libertador em terras de terceiro mundo. Ser cristão na perspectiva dos pobres é atualizar a vocação de Jesus Cristo. Isso exige conversão por parte de todos. Pois, uma Igreja com o rosto de Cristo é uma Igreja opção pelos pobres. Tudo isso porque Jesus fez primeiro essa santa opção pelos pobres e contra a pobreza e miséria produzida pela iniquidade do mundo.
A marginalização dos pobres é estrutural, é resultado dos esquemas sociais para manter a desigualdade e privilégios dos poderosos. Cristão indignado é coisa normal nesse mundo porque o mesmo não despreza seus irmãos, ele realiza o encontro pessoal com Cristo no mais pobre. Então, não se conforma com a exclusão de tantas famílias. A verdadeira militância cristã não dispensa os pobres porque eles necessitam de libertação. Contudo, a prática cristã denuncia as relações de opressão entre os homens. É importante salientar que o agir cristão incide nas mudanças sociais, nos modelos de sociedade que degenera o ser humano e destrói a sua dignidade, causando a transformação. O discurso do CRISTÃO vai de encontro ao projeto hegemônico e burguês. O projeto burguês de sociedade coloca o mais pobre na desgraça transforma-o em objeto e mercadoria. Contra essa mentalidade, o cristão responde com a autêntica palavra de Deus que diz: “Eu ouvi o clamor do povo e desci para libertá-lo”. Ao cristão é dado a missão de evangelizar.
Não existe o Evangelho sem a presença do pobre, sem a opção de Jesus pelos mais pobres. Jesus tinha visibilidade, principalmente, entre os mais pobres. O lugar social de Jesus era entre os pobres. Para fazer a experiência de cristão, se faz entre os mais pobres. Como diz o Papa Francisco, tem que ir para a periferia. Lá se encontram os mais necessitados, os excluídos e afastados da sociedade. É importante saber que Jesus tinha poucos amigos ricos, eram amigos que entenderam a mensagem de Jesus. Pois, aqueles que não entendem fazem como o jovem rico que foi embora, não quis ouvir Jesus quando ele disse: “pegue seus bens venda e distribua com os pobres”.
Vivemos numa sociedade desumanizada onde o pobre é explorado. Esta sociedade é criada pela burguesia. Nela a ordem econômica e política marginaliza a maioria da população. Essa ordem econômica e política mudará quando os empobrecidos se tornarem sujeitos de sua libertação. “Os setores sociais explorados, as raças desprezadas, as culturas marginalizadas são o sujeito histórico de uma nova compreensão da fé” (G. Gutiérrez). Espera-se que um dia a mudança de mentalidade do clero e do laicato aconteça em função da ação missionária que fortaleça os setores explorados da sociedade a partir da compreensão da fé. Assim, continuamos guiados pelo Evangelho de Jesus Cristo. (Carlos: Movimento Fé e Luz)
Assinar:
Comentários (Atom)
