Professores da Rede Municipal da Escola Profº Severino Bezerra de Melo estão de parabéns pelo trabalho que desenvolvem no sentido de promoverem mais alunos para o IFRN. Professores e alunos são verdadeiros heróis numa situação difícil em passa a educação brasileira. Eles demonstraram sua capacidade e compromisso por um projeto maior. Tenho plena certeza que se os professores tivessem mais recursos investiriam muito mais. (Carlos: Professor)
sábado, 5 de janeiro de 2013
Leonardo Boff
A árvore que estava caindo,cortada por um forte
machado,deu um longo suspiro porque viu que o cabo do machado era feito
de madeira de árvore.
Bento XVI diz não ao "capitalismo financeiro sem regras": comentário do economista Quadrio Curzio
Albert Quadrio Curzio:- "Compartilha-se totalmente a afirmação de Bento XVI, que se insere na mesma linha que já havia indicado e sobre a qual muitos bispos e sacerdotes já tinham retornado, linha esta que indica o perigo muito grande – quer para o valor social, institucional, bem como para o valor econômico – de confiar no mercado cada vez mais menos regulado e sempre mais voltado para o mundo financeiro. Trata-se de dois aspectos que nos anos passados, a partir sobretudo do início dos anos noventa, foram considerados resolutivos de todo e qualquer problema, quase como se o bem-estar pudesse ser gerado exclusivamente pelo liberalismo, e não também pela solidariedade e pela subsidiariedade, que são os dois grandes valores nos quais as comunidades humanas se organizam inclusive no econômico."
RV: Os efeitos deste capitalismo financeiro sem regras estão diante dos olhos de todos, sobretudo das massas que estão pagando a crise. O senhor pode nos esclarecer onde faltam as regras?
Albert Quadrio Curzio:- "A economia é feita de dois grandes componentes, além, obviamente do mais importante de tudo, que é o componente da pessoa, que mediante o trabalho realiza a si mesma e uma obra de criatividade num contexto comunitário. Um componente é a economia real, que se expressa na manufatura, na indústria, na agricultura, e também numa parte significativa da prestação de serviços. O outro componente é a economia bancária e financeira. Na melhor das situações possíveis, a economia bancária e financeira é complementar à economia real: não é uma entidade independente, em cujo âmbito se dão ganhos muito velozes mediante meras operações de natureza financeira. O ponto é que quando se rompe a união entre economia real e economia financeira-bancária (estamos falando de finanças e bancos porque é o sistema bancário que alimenta o sistema financeiro), se produzem os efeitos negativos que vimos nestes anos, que foram os piores efeitos."
RV: O Papa fala também sobre "focos de tensão e de contraposição, causados por crescentes desigualdades entre ricos e pobres". Trata-se de um veemente apelo do Santo Padre...
Albert Quadrio Curzio:- "De fato, é um veemente apelo. Faz-nos olhar para bem distante com visão de futuro e nos pede que reflitamos sobre qual pode ser um desenvolvimento que tenha no centro a pessoa, as pessoas, as comunidades. O desenvolvimento deve ser gradual, deve ser contínuo, deve ser dosado e deve ser difuso entre todas as pessoas. Desenvolvimento que deve ser feito, mas que deve ser acompanhado de formas de equidade: que não significa igualdade de tipo comunista, mas equidade, que significa diferenças compatíveis, significa desejo de crescer, de atingir a meta, desejo de construir, mas não certamente de polarizar as entidades de riqueza e de pobreza." (RL)
Catecismo Jovem
Cada sociedade edifica-se sobre uma ordem de valores que são realizados pela justiça e pelo amor. [324]
Amor humano
Como
explicar o amor humano como dom de si?
“A pessoa é, portanto, capaz
de um tipo de amor superior: não o amor da concupiscência, que vê só objetos
com que satisfazer os próprios apetites, mas o amor de amizade e oblatividade,
capaz de reconhecer e amar as pessoas por si mesmas. É um amor capaz de
generosidade, à semelhança do amor de Deus; querer bem ao outro porque se
reconhece que é digno de ser amado. É um amor que gera a comunhão entre as
pessoas, visto que cada um considera o bem do outro como próprio. É um dom de
si feito àquele que se ama, no qual se descobre, se concretiza a própria
bondade na comunhão de pessoas e se aprende o valor de ser amado e de amar”
(Sexualidade Humana, 13).
A Igreja nos dá a resposta
que precisamos para exercermos a nossa vocação com o apetite natural do amor.
Amor como a possibilidade de entrar em comunhão com o outro sem diminuição.
Somos imagem e semelhança de Deus. Portanto, existimos para amar e ser amado. “Considerar
o bem do outro como próprio” é considerar possível a convivência humana pautada
no diálogo e no respeito. (Carlos)
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